Série do Momento: Anne With an E

 Na última semana eu estive muito ocupado vendo séries, essas foram: “Haters Back Off!“, “Gossip Girl” e a mais recente “Anne“. Isso se deve ao fato de que já entrei de férias da escola e pude me dedicar mais ao violão, ler livros e descansar minha mente com histórias fictícias bem longas. Mas o post de hoje serve para indicar uma das melhores séries que já assisti.

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 “Anne With an E” é a 8º adaptação do livro infantil chamado “Anne of Green Gables” de 1908, que conta a história de uma garota chamada Anne, uma órfã que foi adotada por engano por uma família composta por dois irmãos. Como os dois já estão bastante velhos, pensaram em adotar um garoto para trabalhar em sua fazenda. Ocorre um pequeno engano e o orfanato manda Anne para ser adotada, os dois ficam encabulados com tal acontecimento, mas ao conhecer a jovem Anne, de 12 anos, se encantam com a garota e tem de decidir se ficarão com ela ou não. Fora a série, a adaptação mais famosa do bestseller é a de 1985, dirigido por Kevin Sullivan.

 A história toda se passa no final do século XIX, onde as pessoas ainda tinham suas mentes fechadas sobre assuntos diversos, como homossexualidade, direito das mulheres, vida social, entre outros. A pequena Anne, que já sofreu de muitas formas, tem uma grande imaginação e um extenso vocabulário, pois lê muitos livros, por isso prefere viver dentro de sua própria cabeça e criar seu presente e futuro, sem levar o passado em consideração.

 É uma história realmente encantadora. Trás um enredo bem leve, mas se desenvolve muito bem nos assuntos mais complexos, como assédio, bullying, feminismo, etc. Seu objetivo é mostrar que com imaginação, você pode ter um mundo melhor. Sem falar que trás muitas mensagens de empoderamento feminino, pois Anne não se deixa ficar atrás de um menino pelo simples fato de ela ser uma menina. É realmente inspirador.

 A fotografia é encantadora e a trama é envolvente, mas se fosse para eu escolher um ponto fraco da série, seria, com certeza, o fato de haver vários takes sem conexão com as cenas que vem depois. Esses poderiam ser facilmente cortados para encurtar os episódios. O primeiro episódio tem quase duas horas repletas takes desnecessários. O fato da menina falar de mais também irrita. Eu sei por qual motivo ela fala tanto e vive sonhando, mas as vezes dá um pequeno ódio dela, que eu paro e penso “meu você é meio mongol né?”. Fora isso é uma série excelente.

 Nota: 5/5.

Assista ao trailer dublado

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