O Testemunho de Katy Perry (Witness – Análise & Crítica)

O mais novo álbum de Katy Perry foi recentemente disponibilizado para download nas lojas virtuais, também disponível nas plataformas de stream mais famosas. Nas redes sociais não se falava de outra coisa a não ser o álbum “Witness“, então hoje eu, como um velho fã de Perry, vou mostrar o meu ponto de vista sobre o disco.

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Witness foi lançado hoje, dia 09/06. O álbum conta com quinze faixas, até agora foram liberados três singles, sendo eles: Chained to The Rhythm, Bon Appétit & Swish Swish. Sua sonoridade é bem futurísta, mas ao mesmo tempo não é. Funciona quase como uma parte B do “Prism” só que com uma pegada mais eletrônica. É bem experimental, porque trabalha com alguns estilos diferentes, mesmo não estando tão distantes um do outro.

Katy Perry Witness

Sua capa é, do fundo do meu coração, a coisa mais bizarra que eu já vi. conseguindo não se adequar de jeito nenhum às capas dos três álbuns anteriores. Parece um PNG mal feito no Gymp 2.0, sei lá eu não gostei, mas provavelmente alguém gostou. Ainda sim achei bem interessante a ideia de “estamos nos fazendo de cegos” que ela trás.

É bem futurista e trás bem esse clima de música sintética que o álbum tem, porque todas as músicas, ou pelo menos a grande maioria, são compostas de sintetizadores, quase que um disco eletrônico lento, e, confesso que o achei meio chatinho. É bem 60%, pois uma parte das músicas se salvam.

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Minhas faixas favoritas, tirando os três singles que a cantora divulgou antes do lançamento do álbum, são: Roulette, que me lembra muito a música Dance/Eletrônica dos anos 90. Me trouxe à lembrança “Rhythm Is a Dancer” do Snap! A letra é bem interessante na verdade, pois fala sobre uma rotina trabalhista exaustiva, onde o amor é um dos meios de fugir dela.

Déjà Vu, lembra muito a fase “Prism“, um pouco mais séria, mais produzida e etc. Tem batidas muito boas, perfeita para tocar em baladas. A letra é sobre viver em um looping infinito, quase igual a Roulette. Da para perceber que é um disco bem político.

Tsunami, é na minha opinião uma das melhores músicas do álbum, mas não para ser um single. Tem uma vibe boa, umas batidas bem sensuais. Eu curti bastante. A letra é bem romântica, uma bela balada.

Em geral são só essas músicas. Levando em conta a capa e as músicas presentes no disco, deu a entender que foi uma “tentativa” de fazer um álbum “futurista” misturando alguns estilos como o Electronic com o Pop/Dance.

Talvez esses pré-julgamentos estejam acontecendo por conta da mudança drástica, tanto no estilo visual, quanto no musical que a cantora cultivou com o decorrer dos anos. Mas como ela mesma disse “Pessoas dizem amar mudanças, mas elas odeiam isso”. Nenhuma mudança é aceita de início, então teremos que nos acostumar com esse novo estilo da cantora.

Sobre o álbum: é interessante. Não é ruim, mas também não é o seu melhor trabalho. Tem quem gostou e quem não gostou. É tudo uma questão pessoal de gostos.

Ouça na íntegra:

iTunes

google music

Link.

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7 pensamentos sobre “O Testemunho de Katy Perry (Witness – Análise & Crítica)

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